Repelentes na gravidez

A grávida e as picadas de inseto
A gravidez é um momento muito especial na vida de uma mulher e a alegria da gestação não pode nem deve ser perdida no meio das preocupações e dos cuidados.
Ainda assim, a gestante deve estar atenta a alguns pormenores, para garantir a sua segurança e a segurança do seu bebé.
No que diz respeito aos insetos e à sua picada, é necessário atentar aos riscos que acarreta.
Além do desconforto provocado pelas erupções e borbulhas que resultam deste tipo de picada, doenças como Zica e Dengue são também propagadas através deste tipo de mordida, pelo que é muito importante que a futura mamã previna este tipo de situação.
O uso de um repelente de insetos será, então, uma das formas de garantir a segurança da gestante e do feto.
Torna-se, então, necessário conhecer quais os repelentes que existem no mercado, quais destes são indicados durante a gravidez e quais os cuidados a ter na sua utilização.

1. Repelentes na gravidez, produtos indicados
Muitas vezes, as grávidas optam por fazer uso dos produtos para criança ou bebé, por temerem que a composição dos restantes possam, de alguma forma, prejudicá-las durante a gestação.
Apesar de ser uma temática muito estudada e debatida, não existem, até ao momento, provas laboratoriais concretas que estabeleçam uma correlação entre o uso de repelentes e algum tipo de problema durante a gestação.
Por norma, nenhum repelente está vedado às futuras mamãs, sendo apenas recomendado que estas tenham muita atenção à bula, para fazerem uma utilização correta e dentro da dosagem recomendada.
Os princípios ativos mais recomendados neste tipo de produto são o DEET, o IR3535 ou a Icardina, sendo estes os mais eficazes.
Ainda assim, se a grávida se sentir realmente insegura na utilização deste tipo de produto, encontrará, também, alguns produtos naturais que, embora de forma menos eficaz, repelem também os insetos.
Produtos à base de citronela ou de cravo-da-índia são um exemplo disto mesmo.
2. Repelentes na gravidez, um cuidado extra
Durante a gestação será necessário um cuidado suplementar no momento da aplicação dos produtos para repelir insetos.
Além das indicações encontradas na embalagem, a futura mamã deverá garantir que não utiliza demasiado produto e que não o faz mais do que três vezes por dia.
Além disto, a gestante deverá aplicar o produto sobre a roupa, evitando que este tenha contacto com as regiões sensíveis da boca, olhos e nariz.
Depois da aplicação, deverá sempre lavar cautelosamente as mãos, para garantir que não se dá nenhum contacto com as zonas anteriormente referidas.
Devido à sensibilidade olfativa que tanto carateriza o período da gestação, a futura mamã poderá ainda sentir-se um pouco nauseada com o aroma de algumas fórmulas, pelo que deverá investir num produto cujo perfume lhe seja tolerável, para evitar enjoos desnecessários.
3. De consciência tranquila
Embora, como vimos, todos os repelentes possam, à partida, ser utilizados durante a gestação, é muito importante que consulte o seu médico antes de adquirir este tipo de produto.
Melhor do que ninguém, um especialista de saúde poderá avaliar o grau de perigo e indicar o produto mais adequado para o seu caso específico.
Além disso, eventuais alergias ou intolerâncias podem fazer com que um determinado tipo de repelente seja menos adequado para si.
Tome precauções e avance para a utilização deste tipo de produto de consciência tranquila, com o aval e aconselhamento de quem a acompanha ao longo da gestação.
Lembre-se de que, principalmente durante os nove meses da gestação, prevenir é melhor do que lidar com as consequências.
Principalmente durante os meses de Verão e se for para um destino mais quente e húmido, tenha cuidado, consulte um especialista e invista no repelente certo.
Utilizou repelentes na sua gravidez? Quais foram os seus maiores receios?
Qual foi a opinião do seu médico? Não deixe de nos contar tudo sobre a sua experiência nesta matéria.
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