Parto natural ou cesariana?

Avance sem dúvidas para o momento final, parto natural ou cesariana?

O nascimento de um filho é um momento único na vida dos seus pais.

Embora seja aguardado com expetativa, o dia de receber o bebé está também envolto em algumas dúvidas e anseios.

São muitas as mamãs que sentem a ansiedade adensar à medida que a gravidez avança.

O parto é, de facto, um momento belíssimo mas, ao mesmo tempo, para muitas pessoas, é uma ideia aterradora.

Muitas mulheres afirmam sentir medo do parto, das dores provocadas pelas contrações e da pressão física envolvida no trabalho que é trazer um bebé ao mundo.

É neste pensamento que se forma a questão mais premente de toda a gestação: “como vai nascer o bebé?

De parto natural ou cesariana?”

Esta dúvida é colocada mais vezes do que se possa pensar.

Apesar do mais comum ser o parto normal (isto é, por via vaginal), os partos por cesarianas estão a tornar-se mais comuns.

Esta tendência para a vulgarização do parto por cesariana prende-se, em parte, com a tendência para a gravidez tardia (sendo que, a partir de certa idade, a elasticidade do corpo diminui, dificultando o parto natural) e com o medo feminino de eventuais complicações durante um parto natural.

Neste artigo olharemos ambos os tipos de gravidez, para que chegue à hora H com toda a informação de que necessita.

Parto natural ou cesariana

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Posted by bebé a bordo on Saturday, 21 January 2017

1. Parto Natural

Este tipo de parto – também conhecido como parto normal – acontece quando, entrando em trabalho de parto, a mulher efetua a expulsão do bebé do seu ventre através das contrações das paredes uterinas.

Este tipo de parto passa por várias fases, sendo verificada a dilatação vaginal e do colo do útero, a extração do bebé e, na finalização, a limpeza uterina, a remoção da placenta e, eventualmente, se necessário, a sutura do períneo.

O processo do parto normal deve ser feito por especialistas, em ambiente clínico, no qual possa haver assistência imediata no caso de ocorrer algum tipo de complicação.

Ao longo deste tipo de parto, a mãe poderá estar acompanhada pelo seu companheiro ou, se preferir, outro familiar.

Trata-se de um momento inesquecível que muitas mulheres descrevem mesmo como “mágico” e no qual o seu corpo é o principal instrumento para trazer o bebé ao mundo.

Associado a este tipo de parto está a dor sentida pela mãe durante o processo, razão pela qual a maioria das mulheres opta por tomar uma anestesia localizada, a epidural, que embora não elimine as dores, ajuda a atenuá-las ligeiramente.

2. Cesariana

Os partos por cesarianas diferem bastante do tipo acima descrito.

Numa cesariana o bebé é retirado do útero através de um procedimento cirúrgico, realizado em bloco operatório.

Trata-se de um processo invasivo, no qual pequenas incisões são feitas na zona abdominal e no útero para remover o bebé, sendo depois aspirado o líquido amniótico.

Este procedimento implica que a mãe esteja sob o efeito de uma anestesia – local ou geral – e dura cerca de uma hora até estar concluído.

Embora anteriormente tal não fosse permitido, atualmente já existe a possibilidade de o pai estar presente durante o momento do nascimento, apoiando a recente mamã, embora tenha de se manter junto à cabeceira da cama, sem ter acesso visual ao procedimento em si.

Este processo conta com uma recuperação mais lenta do que a de um parto natural.

3. A escolha: Parto natural ou cesariana?

O parto por cesariana poderá ser absolutamente necessário. Muitas vezes, é o próprio médico a determinar a utilização deste método, baseando-se no quadro clínico da mãe e do bebé.

Por norma, é feita uma cesariana e casos que envolvam a saúde da criança ou da gestante ou em casos em que se verifique uma incompatibilidade feto-pélvica (impossibilidade de utilização da via vaginal).

Ainda assim, a cesariana pode também acontecer por escolha parental, caso os pais optem por marcar um dia para o nascimento ou prefiram este método, por alguma razão particular.

Na maioria dos casos, os especialistas consideram a cesariana uma opção pior, defendendo que este procedimento desfavorece tanto mãe como bebé, sendo mais invasivo, mais agressivo e gerando uma maior perda de sangue.

Defendem ainda que, embora seja menos doloroso no momento do parto (uma vez que a mulher está sedada), o risco de infeções pós-operatórias aumenta, bem como as dores sentidas após a intervenção.

Celebrar o momento

Independentemente do método pelo qual tenha o seu filho, o mais importante será tê-lo, por fim, nos seus braços. Seja por parto natural ou por cesariana, este é um momento de alegria e celebração sem igual.

Opinião

Já viveu este momento? Como foi o seu parto?

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