Grávida pode fazer um cruzeiro, viajar em navios ou em barcos?

Grávida pode fazer um cruzeiro

Viajar será, provavelmente, um dos prazeres mais comuns e, para muitas pessoas, é também uma necessidade promovida pelos tempos atuais. Ainda assim, mesmo que viajar lhe esteja no sangue, quando carrega o seu bebé no ventre, sair em viagem pode não parecer tão simples. Sabe se a grávida pode fazer um cruzeiro, viajar em navios ou barcos?

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Quase todas as futuras mamãs já ouviram (ou usaram) a expressão: “a gravidez não é uma doença!”. Não o é, de facto. Ainda assim, quando uma mulher engravida, os cuidados que tem de ter a sua vida quotidiana são muitos e as suas necessidades particulares não devem ser ignoradas.

Muitas gestantes procuram, por isso mesmo, saber qual a relação entre as grávidas e as viagens de avião ou saber se a grávida pode fazer um cruzeiro, antes de embarcarem nas suas férias de sonhos ou nas suas viagens de negócios.

Ainda que, noutra fase da vida, as viagens possam parecer algo despreocupado e que não implica questionamento, durante a gestação, estas são questões altamente válidas e que têm, inclusivamente, normas muito estritas junto das companhias aéreas e de navegação.

Sabendo disto, hoje dedicamos o artigo aos navios e barcos, para que saiba se a grávida pode fazer um cruzeiro e quais os cuidados efetivos que deve ter, caso o faça.

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Grávida pode fazer um cruzeiro

1. A grávida pode fazer um cruzeiro?

Andar de barco ou de navio poderia não ser algo que questionasse antes de estar grávida.


Perante a sua gestação, no entanto, são muitas as questões que a mulher coloca, no sentido de garantir a sua segurança e a do seu bebé. Uma delas, mais comum e premente, é se a grávida pode fazer um cruzeiro.

Para começar, é necessário compreender que, no que diz respeito à relação entre a grávida e os navios de cruzeiro, as regras (embora similares) não são as mesmas em todas as companhias de viagem.

Na média, estas agências não permitem o embarque de gestantes com mais do que 23 semanas de gestação, embora existam algumas que proíbem esta viagem a partir das 21 semanas e outras que a permitem até à 24ª semana de gestação.

Independentemente disto, a verdade é que, a partir do começo do último trimestre, a grávida não deverá fazer um cruzeiro ou qualquer viagem de barco, devido à eminência do parto e ao risco de complicações na gestação.

Além disto, muitas mulheres sentem que os enjoos gestacionais são agravados nestas viagens em embarcação.

Mesmo antes desta fase, devido aos riscos associados às complicações em mar alto, sem que o acompanhamento médico possa ser devidamente garantido, torna-se essencial, durante a gestação, para que a grávida possa fazer um cruzeiro, a consulta do seu médico e a emissão, por parte deste, de uma carta (sendo esta, por norma, exigida pelas próprias agências).

Nesta avaliação, o médico terá em conta o estado físico da gestante, a duração do cruzeiro e os destinos da viagem, concluindo se será (ou não) seguro para a mulher embarcar nessa aventura.

No caso de viagens mais pequenas – como travessias de poucas horas a bordo de balsas, por exemplo – a mulher poderá viajar.

Mesmo nestas circunstâncias, no entanto, existem alguns cuidados a ter, nomeadamente garantir que o colete salva-vidas serve à gestante.

2. Gestantes e cruzeiros: Algumas dicas

Como já referimos, pelo menos até à 21ª semana de gestação e caso o médico tenha liberado a viagem, a grávida pode fazer um cruzeiro. Ainda assim, mesmo podendo embarcar no navio, isto não a liberta de alguns cuidados particulares.


O primeiro cuidado a ter será o de levar, ainda que tal não seja exigido pela empresa de cruzeiros, uma carta do médico onde conste a permissão para viajar e também a lista de recomendações clínicas para a viagem.

Falamos, por exemplo, da lista de medicamentos e suplementos a levar e também do que pode ser tomado em caso de enjoos, gripes, febre ou outras situações indesejáveis mas possíveis.

A escolha da cabine na qual vai viajar também será importante no caso de estar grávida, já que os enjoos tendem a agravar a bordo de navios. Assim, recomenda-se que a gestante escolha uma cabine no centro do navio (zona de menor balanço).

Devido às alterações no equilíbrio da gestante, à medida que a barriguinha cresce, é importante um cuidado redobrado para evitar quedas quando estiver a bordo do cruzeiro.

Além disso, garantir a existência de todos os meios de segurança do navio e que o colete salva-vidas lhe serve será, também, uma precaução importante antes de viajar de navio.

3. Responsabilidade das companhias

Quando a gestante opta por fazer um cruzeiro deve considerar que, na sua maioria, as empresas estão salvaguardadas por uma cláusula contratual, que assina na compra dos pacotes, onde é ilibada de qualquer responsabilidade sobre eventuais consequências caso haja complicações durante a viagem.

Assim, a gestante não terá qualquer reembolso ou indemnização caso não chegue a embarcar ou se algo imprevisto tiver lugar durante a viagem.

Assim sendo, a gestante deverá considerar todos os fatores antes de partir a bordo de um cruzeiro para garantir a sua total segurança.

Fez algum cruzeiro durante a sua gravidez? Qual foi a opinião do seu médico? Conte-nos tudo sobre esta experiência.

Algumas fontes: brasil.babycenter  gestacaobebe  portugues maedoano  nominuto  logitravel

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