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10 principais causas de uma gravidez de risco

10 principais causas de uma gravidez de risco

Quase todas as gestantes já ouviram falar de gestações de risco e, infelizmente, algumas viverão esta realidade. Mas, afinal, quais são as principais causas de uma gravidez de risco?

Venha conhecê-las com o Bebé a Bordo.

 

Uma gravidez de risco pode existir por motivos diversos, tendo como ponto de partida vários fatores diretamente relacionados com a vida da gestante.

 

Não é, infelizmente, incomum que as mulheres grávidas dêem por si a viver este tipo de gravidez, que lhes exigirá cuidados redobrados para a garantia de que tudo corre como esperado.

Apesar de ser algo frequente, as gestantes nem sempre compreendem quais são as causas de uma gravidez de risco, tendo, por isso mesmo, dificuldade em saber o que levou à gravidez de risco e como identificar e evitar complicações.

A verdade é que não existe uma causa única para a gravidez de risco, existindo antes vários fatores distintos que para ela podem contribuir.

Começando pelas caraterísticas da pessoa (inerentes e imutáveis), passando pelos seus hábitos (como fumar, alimentar-se de forma excessiva ou desequilibrada, não fazer exercício físico ou consumir álcool e drogas); pelas doenças gestacionais crónicas (como a hipertensão, problemas cardíacos, pulmonares ou renais); pela história clínica em gravidezes anteriores; ou ainda por problemas derivados da gestação em si (como a anemia, hipertensão gestacional ou diabetes gestacional).

São muitas as causas de uma gravidez de risco e, por isso mesmo, hoje olharemos para 10 das principais, para que saiba mais sobre esta questão.

Leia o artigo para conhecer as 10 principais causas de uma gravidez de risco.

tabela gestação de risco em ingles

Tabela com  causas de uma gravidez de risco, em inglês, retirada da internet

1. Hábitos relacionados com drogas, álcool e tabaco

Alguns hábitos nocivos levados a cabo pelas futuras mamãs antes e durante a gestação podem promover uma situação de gravidez de risco.

A heroína, por exemplo, trata-se de uma droga capaz de atravessar a placenta e que pode provocar, no bebé, um atraso mental, malformações, problemas de crescimento e também problemas cardíacos. Em alguns casos, este consumo pode mesmo levar ao aborto.

Também o fumo de tabaco e o consumo de bebidas alcoólicas pode levar a situações altamente nocivas para a gestação, que podem ir das más formações, ao aparecimento de doenças crónicas na criança e até mesmo ao término involuntário da gravidez.

2. Causas de uma gravidez de risco: Hipertensão Gestacional e Pré-eclampsia

Não é incomum que as gestantes vejam um aumento da sua pressão arterial durante a gestação. Ainda assim, esta é uma situação potencialmente perigosa e que se enquadra nas causas de uma gravidez de risco.

Esta situação pode ser prevenida se a gestante evitar uma vida sedentária e tiver uma alimentação equilibrada, procurando evitar o consumo excessivo de sal.

A pré-eclampsia é um dos cenários mais perigosos na gestação, podendo levar a convulsões, ao aborto e até à morte da gestante.

3. Diabetes

A diabetes é um fator de risco durante a gravidez, seja esta um problema que a mãe já tinha antes de ter engravidado ou tendo surgido durante a própria gestação.

Os níveis elevados de glicose no sangue atravessam a parede da placenta e podem fazer com que o bebé tenha excesso de peso, o que, além de dificultar o parto, pode fazer com que o bebé tenha mais problemas sanguíneos e respiratórios.

4. Problemas imunitários

O sistema imunitário da gestante já é, por norma, mais frágil do que o de uma mulher que não esteja grávida.

Ainda assim, perante um sistema imunitário fragilizado (como acontece, por exemplo, quando a mulher tem uma doença sexualmente transmissível, algum tipo de infeção, listeriose ou toxoplasmose) correrá muito mais riscos durante esta fase da vida.

Os medicamentos necessários para amenizar os efeitos destas doenças nem sempre são totalmente seguros para o bebé, podendo ter efeitos secundários nocivos.

5. Peso e altura

O peso da gestante tem uma relação direta com as causas de uma gravidez de risco.

Uma gestante que tenha um IMC demasiado baixo ou demasiado elevado, entrando no limiar do baixo peso ou da obesidade, corre muito mais riscos do que uma mulher com um IMC normal.

Entre os riscos corridos, nesta situação, está uma maior tendência para abortar, problemas de crescimento da criança (que pode nascer com excesso ou baixo peso). Além disso, mulheres com excesso de peso têm uma maior tendência para ter diabetes gestacional, hipertensão gestacional e pré-eclâmpsia.

Já a altura surge também como fator, sendo que a gravidez é de maior risco para mulheres com menos de 1 metro e meio.

Estas mulheres têm, por norma, partos mais complicados, podendo ocorrer a distorcia do ombro – situação na qual o ombro do bebé fica preso no osso da púbis da mãe.

6. Gravidez múltipla

Entre as principais causas de uma gravidez de risco encontra-se a gravidez múltipla ou de gémeos.

Neste tipo de gestação, o útero tem um maior desenvolvimento, o que faz com que todas as sintomáticas associadas à gravidez se sintam mais intensamente.

Os riscos de complicações como hipertensão, diabetes gestacionais, problemas nas costas ou pré-eclâmpsia são também maiores nesta situação.

7. Uso de medicamentos contraindicados

A automedicação é sempre um erro mas, durante a gestação torna-se imensamente perigoso, quer para a mãe como para o feto.

A toma de medicamentos que contenham princípios ativos e ingredientes como a fenitoina, as anfetaminas, a codeína, o triamtereno ou o lítio são muito perigosos e podem gerar situações de gravidez de risco.

8. Idade da gestante

Quando a gravidez acontece na adolescência (até aos 16 anos) ou numa fase mais madura (acima dos 35 anos), estamos perante uma causa de gravidez de risco.

No caso das adolescentes, isto acontece porque o seu corpo poderá não estar, ainda, preparado para levar a cabo a gravidez.

Já as mulheres mais maduras poderão sentir maior dificuldade em engravidar e vivem, ainda, com uma maior probabilidade de que o seu bebé venha a ser portador de deficiência.

A incidência de abortos é também maior para estas mulheres.

9. Histórico clínico limitativo

O facto de uma mulher ter tido complicações numa gravidez anterior não significa que a seguinte tenha as mesmas.

Ainda assim, a verdade é que este é um fator de risco, já que o índice de problemas na gravidez é percentualmente maior para mulheres que tenham tido problemas como partos prematuros, bebés com baixo peso, abortos espontâneos, partos tardios, cesarianas, nado-mortos ou incompatibilidade de RH.

10. Depressão

Nem todas as mulheres lidam de igual forma com as descargas hormonais na gestação e, para algumas, estas são sinónimo de depressão e ansiedade.

Estas mulheres sentem, muitas vezes, necessidade de fazer o tratamento da doença para conseguirem sentir-se bem e, infelizmente, os antidepressivos têm efeitos secundários que podem ser muito prejudiciais para o feto, levando a uma gravidez de risco.

Conhecia as principais causas de uma gravidez de risco? Viveu esta realidade? Conte-nos como foi a sua experiência pessoal.

Algumas fontes: msdmanuals  babycenter  nichd.nih  famivita  tuasaude  scielo  expertsmind

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Escrito por Bebé a Bordo

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