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Leite de transição: o que é e quando dar ao bebé?

Leite de transição

Leite de transição

A amamentação é, sem dúvida, um momento de partilha, muito importante para a mamã e o bebé. Ainda assim, chega o dia em que o bebé irá transitar – por escolha da mãe ou por outras razões – para o biberão.

Este é o momento em que novas dúvidas emergem, nomeadamente sobre o que é o leite de transição e quando o deve dar ao bebé. Saiba mais sobre o leite de transição.

As mamãs sabem melhor do que ninguém: os bebés desenvolvem-se a olhos vistos e, perante este desenvolvimento, à medida que a idade avança, as necessidades nutricionais sofrem, também, visíveis alterações.

Novos nutrientes devem ser introduzidos na dieta do bebé, para garantir que este tem toda a energia necessária para continuar essa jornada pela primeira infância.

Se, nos primeiros tempos de alimentação, a opção mais comum (e recomendada) é o leite materno, com o tempo, este poderá – por várias razões – necessitar de ser substituído pelas fórmulas de transição, para que o bebé possa ser desmamado e passar a beber o seu leite pelo biberão.

Muitas mães fazem isto quando sentem que é o momento de secar o leite materno; outras, quando retomam a vida profissional e outras, ainda, por sugestão ou recomendação do pediatra.

Seja qual for o motivo, a verdade é que o leite de transição ocupa um lugar importante na rotina de muitas mulheres e, como tal, merece toda a nossa atenção.

Venha com o Bebé a Bordo saber o que é o leite de transição e quando deve dá-lo ao bebé.

1. Do peito ao biberão: o que é o leite de transição?

Quando o bebé atinge os 6 meses de idade, o leite materno deixa de ser alimento suficiente para cumprir as necessidades nutricionais da criança.

Este dado, proveniente das recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde), é bem conhecido das mamãs que, por esta fase, começam a introduzir as primeiras sopas na rotina alimentar da criança.

Ainda assim, apesar de outros alimentos passarem a incluir a alimentação do bebé, o leite continua a ser um produto alimentar desejável e cujo consumo não pode ser descurado.

Embora as mamãs possam, se assim quiserem, continuar a dar o peito, esta é a fase em que muitas optam por secá-lo e passar para o leite de transição. Por norma, este é rico em ferro, proteínas e também ácidos gordos essenciais.

O leite de transição trata-se, pois, do leite dado ao bebé durante e após a fase de desmame do peito materno, sendo que este processo deverá, sempre, contar com a aprovação e aconselhamento do pediatra.

leites e papas

2. Quando introduzir o leite de transição

Entre os 6 meses e os 18 meses, o leite de transição apresenta os nutrientes indicados para o bebé (podem existir ligeiras variações etárias consoante a criança, pelo que deve consultar o pediatra).

Nesta fase, a passagem do peito para o biberão pode ser tomada com recurso ao leite de transição. Este leite é enriquecido e visa, pois, garantir que a nutrição do bebé é completa.

A partir dos 18 meses, em muitos casos, os pais poderão, já, começar a introduzir o leite de vaca.

Leite de transição

3. Os tipos Leites de transição

Como poderá adivinhar, o mercado adaptou-se rapidamente às necessidades dos bebés e das mamãs e, com relativa facilidade, encontrará inúmeros tipos e marcas de leites de transição.

Alguns destes leites irão, pois, responder a necessidades específicas que o seu bebé possa ter, caso o pediatra julgue pertinente o seu uso.

Entre estes leites encontrará os leites de transição para uma alimentação normal; uma variante anti-obstipante (que inclui magnésio); leite de transição anti-cólicas (rico em maltodextrinas); leite para saciedade (com mais açúcares); leite de transição hipoalergénico (que conta com uma fórmula levemente hidrolizada) e também anti-diarreico (enriquecido em sódio e potássio e sem lactose nem sacarose).

O leite de transição apresenta-se, assim, como uma boa opção para quem deseja fazer o desmame do bebé do peito materno. Utilizou esta solução? Qual foi o leite de transição do seu filho? Conte-nos mais sobre a sua experiência pessoal.

Algumas fontes: maemequer  vidaativa  oseufarmaceutico  etcemae

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Escrito por Bebé a Bordo

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1 Comments

  1. Este artigo está muito desjustado em termos de recomendações de saúde. Não só o leite materno é muito superior a qualquer fórmula como não há motivos óbvios para introdução destas últimas após os 6 meses, após a alimentação complementar pois as crianças devem continuar a ser amamentados durante pelo menos 2 anos, segundo a organização mundial de saúde.
    Nao amamentar mesmo após os 6 meses acarreta riscos para a mãe e bebe, nomeadamente doenças infecciosas, dificuldades na digestão/cólicas e a longo prazo obesidade, doenças auto-imunes ou alérgicas. A introdução do aleitamento artificial mesmo após os 6 meses e
    Especialmente mediante
    Biberão acarreta risco de desmame precoce.

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