5 regras de ouro no slow parenting

Existem regras de ouro no slow parenting que podem ajudar a criar filhos melhor ajustados e mais felizes. Já conhece as normas da parentalidade lenta? Venha saber mais sobre o assunto com o Bebé a Bordo.

O nosso mundo oferece claros desafios para quem quer educar uma criança. Hoje, criar filhos bem adaptados e saudáveis, contrariando o claro aumento de crianças mimadas e garantir a preparação para o futuro é mais difícil do que nunca.

O avanços tecnológicos e o mundo digital, a par com os hábitos que colocam obrigações excessivas na infância são responsáveis por várias situações adversas imediatas e futuras nas crianças.

Problemas psicológicos, dificuldades de concentração e doenças depressivas ou de ansiedade podem nascer dos ritmos da infância atual. Tudo isto fez nascer o conceito de “slow parenting” ou “parentalidade lenta”, uma forma de educar a criança, sem a criação de muitas tarefas, para que uma criança possa aproveitar a infância e explorar o mundo ao seu ritmo. (1)

Hoje, vamos explorar 5 regras de ouro no slow parenting. Saiba quais são.

regras de ouro no slow parenting

1. Regras de Ouro do Slow Parenting: Evite criar uma agenda estruturada

Os adultos necessitam, com frequência, de criar uma agenda muito estruturada para os seus dias. Ainda assim, até aos 5 anos, existem vantagens na aprendizagem livre para a criança.

Apesar da necessidade de rotinas e horários com o sono ou a alimentação, a aprendizagem da criança deve ser feita com maior liberdade, sem uma agenda para as suas atividades.(2)

2. Não encha os dias da criança com obrigações

Ao contrário do que poderá pensar, não estará a dar valências ao seu filho por encher o seu dia com desportos, atividades e aulas de música ou dança.

A criança precisa de tempo para brincar e estas obrigações poderão, no futuro, fazer com que exista uma maior tendência para o stress, a ansiedade e a depressão.

3. Regras de Ouro do Slow Parenting: Ouça o seu filho

Pode parecer simples mas a verdade é que nem sempre ouvimos com atenção as nossas crianças. Ainda que sejam evidentemente imaturas, as opiniões das crianças devem ser ouvidas para dar espaço à criança para explanar as suas preferências, desejos e necessidades.

Ouvir a criança é uma prova de confiança e amor, embora não tenha, obrigatoriamente, de culminar com uma permissividade cega perante as ações do seu filho.

4. Não evite totalmente os momentos de tédio

Os adultos habituam-se a pensar no tédio como algo de negativo. Ainda assim, para uma criança, momentos vagos e “sem nada para fazer” são um convite ao desenvolvimento cognitivo.

Quando está entediada, a criança é obrigada a explorar a sua imaginação, tornando-se mais criativa.

5. Regras de Ouro do Slow Parenting: Esteja presente

Ainda que o planeamento do dia não exista ou seja minimalista, a presença dos pais e da restante família é importante.

A sua presença é importante para a criança, mesmo que lhe dê a liberdade para definir as suas brincadeiras, sem influenciar diretamente as escolhas dos seus filhos. (3)

Conte aos leitores do Bebé a Bordo se costuma aplicar estas (ou outras) regras de ouro de slow parenting.

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