10 respostas sobre infestação de piolhos e lêndeas

Respostas sobre infestação de piolhos e lêndeas, ai que praga…

Ser mãe (e pai) implica, por vezes, falar de assuntos dos quais ninguém gosta.

Um deles, particularmente comum para quem tem filhos no infantário ou em idade escolar, diz respeito às temíveis infestações de piolhos e lêndeas que, com uma frequência algo indesejada, teimam em fazer-se comuns neste tipo de ambiente.

Quem lida com crianças numa base diária sabe bem que este parasita não escolhe hora e que se propaga com alguma velocidade, fazendo o pesadelo dos adultos que têm de resolver o problema, recorrendo às múltiplas formas de tratamento.

Embora a devida atenção seja dada sempre que necessário, a verdade é que a infestação de piolhos e lêndeas é um assunto do qual não se gosta de falar e que vira, por isso mesmo, tabu.

Quando isto acontece, é comum que as mamãs sintam que as suas questões não estão totalmente respondidas e que procurem resposta noutros meios.

Hoje, eliminamos os tabus e respondemos a 10 das mais frequentes perguntas sobre a infestação de piolhos e lêndeas em crianças e bebés.

Acompanhe-nos para ver as respostas… quem sabe se não encontra, aqui, aquela que tem procurado.

Como eliminar os piolhos e lêndeas

1. Afinal, o que são os piolhos e as lêndeas?

Frequentemente chamado apenas de piolho ou piolho de cabeça, este ectoparasita é também conhecido como ftirápteros ou, cientificamente, como pediculus humanus var capitis.

Este é responsável por uma infestação parasitária cujo nome é pediculose.

A pediculose acontece quando se dá a contaminação de uma cabeça com este parasita. Ao alojar-se, este reproduz-se com facilidade, sendo que a fêmea pode pôr até 200 ovos num dia.

Aos ovos do piolho chama-se de lêndeas.

Como acabar com os piolhos

2. De que forma se dá o contágio de piolhos?

O contágio dos piolhos acontece através do contacto direto com pessoas ou objetos infestados. Este pode ocorrer num abraço ou troca de beijos ou pela partilha de roupas, bonés, chapéus, escovas ou toalhas.

Uma vez que, em idade escolar, os meninos e meninas fazem partilha de objetos diversos e são fãs do toque, o contágio da pediculose costuma ser bastante célere.

Eliminar os piolhos

3. A presença de piolhos pode provocar alguma doença ao meu filho?

Além da pediculose em si, cuja sintomática inclui desconforto, comichão ou ardor, quando atinge graus mais elevados, não é expectável que exista alguma forma de infeção ou doença.

O que poderá, eventualmente, provocar infeções (que degenerem em febres ou outro tipo de sintoma) é a necessidade de coçar a cabeça e as feridas que este ato poderá eventualmente criar na região do couro cabeludo.

infestação de piolhos e lêndeas

4. É possível prevenir a infestação de piolhos?

Sim! A prevenção é possível e desejável!

A melhor forma de prevenção será a verificação frequente das cabeças das crianças, preferencialmente recorrendo aos pentes fininhos que, por norma, acompanham os produtos para eliminar o parasita.

Além disto, se a criança tiver tendência para apanhar piolhos, o melhor será manter o seu cabelo curto ou, no caso das meninas que não o queiram, garantir que prendem o cabelo quando vão para a escola.

Alertar as crianças para que não partilhem objetos como escovas, bonés gorros e pentes será, também, uma boa forma de prevenção.

Se souber que existe uma infestação de piolhos e lêndeas na escola, pode ainda recorrer aos sprays repelentes específicos para o efeito.

5. Como posso saber que o meu filho tem piolhos?

Por norma, não é difícil saber que uma criança tem piolhos. Quando este parasita se aloja, ele começa a alimentar-se do sangue do seu hospedeiro, o que cria uma sensação de comichão.

Esta sensação costuma iniciar-se nas regiões mais quentes da cabeça: na nuca ou atrás da orelha.

Poderá notar, nestas zonas, alguns pontos avermelhados, que podem assemelhar-se a picadas de inseto. Ao suspeitar da presença do parasita deve agir de imediato no tratamento da pediculose.

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