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Bebé com dermatite atópica, tem tratamento?

Bebé com dermatite atópica

Bebé com dermatite atópica

A dermatite atópica é muitas vezes definida como uma doença crónica. Por esta razão, as mamãs que têm um bebé com dermatite atópica nem sempre conhecem a melhor forma de ação perante o problema.

Acompanhe-nos para saber como é o tratamento do bebé com dermatite atópica.

Como provavelmente saberá, a pele atópica do bebé é uma situação bastante frequente e que afeta inúmeras crianças em todo o mundo.

Esta é uma situação associada a uma das formas mais comuns de dermatite: a dermatite atópica.

Embora a dermatite atópica se trate, de facto, de uma situação crónica, definindo-se como uma doença cutânea, esta pode ser acompanhada e tratada na sua sintomatologia.

As mamãs e papás de primeira viagem poderão assustar-se com algumas das formas como este tipo de dermatite se manifesta no bebé: como o aparecimento de manchinhas pelo corpo, a pele excessivamente seca, as escoriações, o desconforto e coceira ou até o aparecimento de feridas derivadas da reação da criança à comichão.

Perante o aparecimento destes sintomas, é muito importante que os papás consultem um especialista, com a finalidade de conseguir um diagnóstico acurado e iniciar o tratamento mais adequado.

Hoje, entramos no mundo da dermatite atópica, para lhe dar a conhecer alguns dos tratamentos para o bebé com dermatite atópica.

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1. Bebé com dermatite atópica: o que é?

A dermatite atópica (ou eczema atópico) é uma doença cutânea crónica, muito comum em crianças e bebés e que atinge, também, uma percentagem significativa de adultos.

Esta doença manifesta-se pelo aparecimento de manchas, erupções ou crostas que causam comichão.

Entre as zonas mais comuns para o aparecimento destas manifestações estão as zonas onde as articulações formam “dobras” no corpo, como a parte atrás dos joelhos ou nas dobras dos braços.

Apesar disto, a manifestação da doença pode acontecer em qualquer zona do corpinho do bebé com dermatite atópica. Muitas vezes, esta condição está associada, também, à rinite alérgica e à asma.

Embora as causas do aparecimento de dermatite atópica ainda não sejam totalmente conhecidos, esta situação tem vindo a ser associada à pele seca, sensível e irritável e também ao mau funcionamento imunológico; acreditando-se anda que fatores genéticos possam influenciar o seu aparecimento.

2. Sintomas e fatores de risco

A dermatite atópica está associada, também, a alguns fatores de risco como o contacto com alergénios (pólenes, ácaros, pelo de animais, mofo, etc), a pele seca, a sobre-exposição a água, perfumes/fragrâncias ou corantes e ainda ao stress.

Entre os principais sintomas encontram-se a pele excessivamente seca, o aparecimento de escoriações, o surgimento de crostas, manchas ou outras alterações da pele e ainda o aparecimento de feridas.

Além destas, é também comum que surjam áreas de pele mais espessa ou vermelha e alterações globais no aspeto cutâneo.

3. O tratamento da dermatite atópica

Existem, fundamentalmente, duas formas de lidar com a dermatite atópica: a prevenção e o tratamento.

Perante a suspeita de que esteja perante um bebé com dermatite atópica, a primeira forma de ação é, por isso, a consulta de um especialista.

Para o ajudar no despiste da situação é bom que esteja preparada para responder a algumas questões como quais os produtos de higiene que usa no bebé; quando se iniciou a sintomática; qual a frequência deste tipo de sintoma e qual o histórico familiar relativamente àquela condição ou a outro tipo de alergias.

No que diz respeito ao tratamento, este parte, por norma, de medicamentos receitados pelo especialista.

Alguns anti-histamínicos para esta condição são de venda livre, enquanto que outros medicamentos necessitam de receita médica.

A principal forma de tratamento do bebé com dermatite atópica passa por cuidados tópicos, ou seja, com recurso a pomadas suaves (à base de cortisona ou esteróide, por norma).

Ainda assim, se a pele se encontrar gravemente infetada, o bebé poderá necessitar de antibióticos e imunossupressores orais.

Lembre-se, no entanto, de que estes podem apenas ser administrados com indicação médica.

4. Viver com dermatite atópica

O bebé com dermatite atópica poderá ver esta condição melhorar significativa a partir dos 5 anos de idade.

Ainda assim, a melhor forma de conviver com esta doença é prevenindo. Assim, é importante que a hidratação da pele do bebé seja mantida com recurso a cremes suaves, adaptados a peles atópicas, evitando-se o uso de produtos com aroma, álcool ou corantes.

O banho do bebé deverá ser morno, evitando-se temperaturas demasiado elevadas e exposição prolongada na água.

Na hora do banho deve ainda dar preferência a loções suaves de limpeza e evitar o uso de sabonetes nas zonas lesionadas da pele do bebé.

Por fim, para evitar que a criança cause feridas na pele, deve manter as unhas do bebé com dermatite atópica cortadas.

O seu bebé sofreu de dermatite atópica? Conte-nos como lidou com este problema. A sua experiência será muito útil para outras mamãs na mesma situação.

Algumas fontes: minhavida  dodot  saude.abril

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Escrito por Bebé a Bordo

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