A procura pela confirmação da paternidade tem vindo a tornar-se mais comum. Sabe como e quando pode fazer o exame de ADN? E conhece o funcionamento do teste de paternidade? Se quer descobrir mais sobre esta questão, venha com o Bebé a Bordo conhecer o funcionamento do teste de paternidade.
As mulheres sabem, no momento da gestação, que se cruzarão com algumas dúvidas, sendo a primeira delas quando fazer o teste de gravidez. Ainda assim, nem sempre uma gravidez levanta questões apenas junto da futura mamã.
A dinâmica dos nossos tempos trouxe uma maior consciência no que diz respeito à importância do pai durante a gravidez e no cuidado com a criança.
A par com esta mudança positiva na dinâmica familiar, no entanto, gerou-se também um outro questionamento sobre a paternidade.
Muitas vezes, os relacionamentos fugazes ou as experiências sexuais com diversos parceiros, podem ser geradoras de questões também no que diz respeito à paternidade da criança.
Este questionamento torna, pois, plausível o aumento da procura por testes de ADN, sendo que muitos homens desejam realizar o teste de paternidade para confirmarem que são, efetivamente, os progenitores do bebé.
Hoje, é sobre este teste de paternidade que nos debruçamos, com a finalidade de saber como e quando deve fazer o exame de ADN.
Se também deseja saber mais sobre o teste de paternidade, este artigo foi feito a pensar em si!
1. Teste de paternidade: o que é e para que serve?
O teste de paternidade apresenta-se como um exame de ADN que visa a verificação do parentesco de uma pessoa com o eventual progenitor.
Este teste parte de uma análise de material genético – que poderá ser sangue, saliva ou um fio de cabelo, por exemplo – permitindo, através de uma análise comparativa do material genético do indivíduo e do seu suposto pai atestar a relação de parentalidade existente entre ambos.
Este exame de ADN permite, assim, de forma fiável (e geralmente confidencial) determinar se um determinado homem é, ou não, pai de uma determinada criança.
Quem pode fazer o pedido do teste de paternidade?
O teste de paternidade é geralmente pedido pelos pais. Ainda assim, este pode, também, ser pedido por outras entidades. Além da mãe e do pai da criança, este teste pode ser pedido pelo filho (depois de fazer 18 anos); pelo tribunal; ou por um representante legal da criança menor.
2. Quando fazer o exame de ADN?
Existem vários tipos de teste de paternidade, sendo que cada um deles tem um tempo específico para ser realizado.
O primeiro exame de ADN possível pode ser realizado a partir da 8ª semana de gravidez e trata-se do teste de paternidade pré-natal. Este teste parte de uma análise do ADN fetal (que é detetável no sangue materno) e do ADN do alegado pai.
Entre a 11ª e a 13ª semana gestacional, o método vilo-corial permite esta análise com base na recolha de amostras na placenta da futura mãe.
Além deste, e entre a 14ª e a 28ª semana de gravidez, é possível a realização deste exame por amniocentese.
Neste caso, é retirada uma amostra do líquido amniótico, sendo a sua estrutura genética comparada com a do suposto pai.
Seguidamente e a partir da 29ª semana de gestação, o sangue do feto pode já ser recolhido do cordão umbilical, servindo o mesmo como material de comparação relativamente ao material genético do pai.
Depois do nascimento da criança, o teste de paternidade poderá ser realizado em qualquer altura, com base em qualquer tipo de material genético, incluindo sangue, fios de cabelo e saliva.
3. Como é feito o teste de paternidade?
A realização do teste de paternidade é fundamentalmente laboratorial, sendo que os laboratórios partirão das amostras apresentadas para a realização de testes moleculares que focarão a comparação do ADN dos dois indivíduos.
Embora cada laboratório tenha as suas normas e métodos, os resultados costumam demorar algumas semanas (geralmente entre duas e três) a serem liberados.
Os testes de paternidade laboratoriais são altamente fiáveis, tendo uma taxa de viabilidade de 99,9%.
Sabia como funcionava o exame de ADN? Alguma vez realizou um teste de paternidade? Não deixe de partilhar a sua experiência pessoal com os restantes leitores do Bebé a Bordo.
Algumas fontes: easydna americanpregnancy cmjornal wikihow codigoadn whoami.sciencemuseum justica

