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10 respostas sobre repelentes de insetos em crianças

Repelentes de insetos em crianças e bebés, perguntas frequentes para afastar os mosquitos

A alegria da chegada do verão é grande… mas não só para nós!

A par com o sol e a promessa de brincadeiras na praia, na piscina ou no campo, vêm as preocupações com os mosquitos que, nesta época, parecem ver em nós o banquete ideal.

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Isto gera, claro, nas mamãs, vários medos e questões, sendo que, embora a maioria das picadas não sejam preocupantes – havendo algumas excepções como as dos mosquitos Aedes que transportam os vírus Zica e Dengue – as borbulhinhas que desta derivam mesmo das picadas mais normais podem ser desconfortáveis e fazer com que o seu filho se sinta bastante desconfortável.

Claro que, perante o medo dos vírus e o desconforto das restantes picadas, é comum que as mamãs procurem soluções para resolver (ou pelo menos minorar) os efeitos menos aliciantes do verão.

Os repelentes de insetos para crianças poderão ser, aqui, uma opção a considerar mas, no momento de os usar, são muitas as questões que se levantam.

Numa simples conversa entre mamãs, nas redes sociais ou em fóruns de internet, os repelentes de insetos em crianças parecem ser um dos assuntos do momento e, embora já tenhamos falado sobre repelentes de insetos no verão, de repelentes e gravidez e da seriedade de vírus como Dengue e Zica, não quisemos deixar de olhar novamente para esta questão para responder a 10 das perguntas mais frequentes no que diz respeito a repelentes de insetos para crianças e bebés.

 

 

1. A partir de que idade pode uma criança utilizar repelentes de insetos?

As indicações relativas à idade com a qual o bebé poderá começar a utilizar repelentes são diferentes consoante o país.

No Brasil, por exemplo, considera-se que um bebé não deverá usar repelentes até aos 6 meses.

Em Portugal, no entanto, acredita-se que, depois dos dois meses, existem já opções seguras para o bebé.

Independentemente da segurança do produto, até aos dois meses, desaconselha-se o uso de repelentes em bebés e crianças, sendo que o ideal será ouvir sempre a opinião do médico pediatra sobre esta matéria antes de avançar para a aplicação de repelentes em crianças.

2. Quais os tipos de repelentes a considerar?

Existem várias opções no mercado: sprays, loções, pulseiras e até compressas repelentes.

O ideal será sempre ver no rótulo a partir de que idade estes produtos são adequados, a sua composição e durabilidade.

Adeque o repelente à idade do seu filho e à atividade durante a qual o produto será utilizado.

3. Notei que a composição dos repelentes é diferente. Quais são os mais seguros para o bebé?

Ao ler os rótulos dos produtos irá encontrar diversas componentes comuns a quase todos os repelentes e outras que estão em alguns e não noutros.

Entre os repelentes mais comuns do mercado, encontrará fundamentalmente três componentes ativos: a dietutiluamida (DEET), o EBAAP e a Picardina.

Em crianças mais pequenas e bebés, o mais indicado será utilizar os repelentes à base de picardina, sendo esta uma opção mais segura.

4. Os repelentes podem causar reações alérgicas na criança?

Nem todos os repelentes causarão reações alérgicas e os estudos realizados com repelentes de insetos têm mostrado isso mesmo: enquanto que alguns, pela sua composição e concentração, parecem desencadear reações alérgicas a nível cutâneo e respiratório, outros parecem bastante seguros.

Antes de escolher um repelente para o seu filho deve sempre, por isso mesmo, pedir o aconselhamento de um especialista de saúde.

5. O meu bebé ainda não fez dois meses, que repelente devo usar?

Até aos dois meses, o uso de repelente é desaconselhado e manter-se atenta ao seu bebé será, talvez, a melhor forma de evitar picadas.

Opte por redes mosquiteiras ou outras opções não tópicas ou coloque numa zona arejada do quarto uma essência de citronella (produto natural que age como repelente de mosquitos).

Caso tal não seja suficiente, leve a questão até ao pediatra para tentarem encontrar uma solução menos agressiva para a criança.

6. Repelentes de insetos afastam os piolhos?

Os repelentes tópicos não afastam os piolhos.

Ainda assim, existem alguns, como o óleo de citronella, que parecem ter uma ação a afugentar insetos e também, esta “praga”.

Além disso, existem no mercado repelentes pensados especificamente para afastar os piolhos.

7. As pulseiras repelentes funcionam?

O uso destas pulseiras está, por norma, associado a um menor número de picadas. Além disso, é uma opção bastante segura.

Ainda assim, o seu uso não repele todo o tipo de mosquitos, sendo que a sua eficácia é decrescente ao longo do tempo, à medida que o princípio ativo se dissipa.

Por norma, a duração máxima da proteção com estas pulseiras é de dois meses.

8. Uma mulher grávida pode usar repelentes de insetos?

Pode! Durante a gravidez não será negado à mulher o uso deste tipo de produto, embora a sua utilização vá exigir cuidados extra.

A gestante deverá seguir as indicações do produto, tendo ainda o cuidado de não exceder as doses indicadas.

O produto não poderá ser usado mais do que três vezes por dia e deverá ser evitado o seu uso junto dos olhos e boca.

Depois de aplicar o repelente, é muito importante que a futura mamã lave bem as mãos.

9. Existem repelentes de insetos com proteção solar? Devo usar no meu bebé?

Sim, existem produtos que mesclam estas duas caraterísticas… mas é desaconselhado o seu uso no bebé ou criança.

Por norma, os produtos que combinam o DEET com o protetor solar são menos eficazes em ambas as proteções.

Além disso, o protetor solar pode (e deve) ter uma aplicação mais regular e temporalmente menos espaçada.

É preferencial a utilização dos produtos em separado.

10. Quais os cuidados que devo ter no que diz respeito ao uso de repelentes de insetos em crianças?

O ideal, quando opta por aplicar um repelente de insetos no bebé ou criança é que leia atentamente, primeiro, as suas recomendações.

Este deverá ser posto na roupa e/ou nas zonas expostas do corpinho do seu filho, sempre na dose recomendada e evitando regiões feridas e os olhos e boca.

Esta aplicação deve ser repetida com a frequência indicada para garantir bons resultados.

Deve manter-se atenta a sinais de alergia ou irritação e, caso note alguma reação inesperada, deve remover o produto com água e levar a criança ao médico, levando consigo a embalagem do produto.

Além disto, é importante que mantenha o produto fora da vista e do alcance das crianças.

Costuma pôr repelente no seu filho? Qual é a sua opinião sobre repelentes de insetos em crianças? Não deixe de partilhar connosco a sua opinião pessoal.

Algumas fontes:
veja
repelentedemosquito
deco.proteste

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Escrito por Bebé a Bordo

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