Possíveis efeitos secundários da epidural
Já na fase final da gravidez, quando se aproxima a hora H e as perguntas sobre o parto começam a surgir, a anestesia epidural começa a estar cada vez mais presente na mente da gestante, que quer saber, ao pormenor, de que forma é que esta pode afetar o momento de trazer ao mundo o seu bebé.
No geral, a epidural trata-se de um tipo de anestesia bastante seguro, uma vez que a sua ação é meramente amortecedora, agindo diretamente sobre a espinal medula, sem chegar a afetar o feto.
Ainda assim, como qualquer procedimento clínico, esta apresenta desvantagens e efeitos secundários.
Embora estes não sejam comuns, é sobre eles que, hoje, nos debruçaremos, para que fique a par de todas as variantes e problemáticas associadas à questão da epidural.
Acompanhe-nos para conhecer os efeitos secundários deste tipo de anestesia.
1. Do medo à aceitação
O primeiro fator negativo da epidural será, provavelmte, a ansiedade que a sua toma provoca na mãe que, já de si, sente a ansiedade do momento do parto.
Falar com o anestesista ou o médico será bastante esclarecedor para que possa pôr de lado as dúvidas e avançar de forma mais confiante para a hora H, sabendo exatamente em que consiste este tipo de anestésico e de que forma ele a ajudará a passar pela parte mais dolorosa do parto.
2. As desvantagens da anestesia epidural
A epidural tem a sua ação sobre a espinal medula inferior agindo como inibidor dos impulsos nervosos e provocando uma redução na sensibilidade.
Desta forma, este anestésico não irá afetar o bebé como aconteceria com outras anestesias, que entram na corrente sanguínea.
Ainda assim, é verdade que a epidural pode fazer com que a pressão do sangue tenha uma descida súbita.
Por esta razão, o médico que acompanha a mamã costuma medir a tensão várias vezes, para garantir que a pressão do sangue é suficiente para o bebé.
Quando isto ocorre, no entanto, o tratamento é imediato, sendo resolvido através de medicação, por via intravenosa ou com recurso ao oxigénio.
Em alguns casos, aconteceu o efeito colateral do retardamento do parto.
Por esta razão e para o evitar, depois de levar a anestesia poderá ser-lhe recomendado que intercale entre estar voltada para o lado esquerdo e o lado direito.
Algumas mamãs queixaram-se, ainda, de que a epidural lhes provocou dores de cabeça. Este fenómeno é muito raro e acontece quando se dá a libertação de fluído espinal.
Outros efeitos colaterais desta anestesia consistem em tremores, dores na região lombar, náuseas e dificuldade em urinar. Pode ainda acontecer uma perda maior de sensibilidade que dificultará a expulsão do bebé.
3. Depois da anestesia
Quando o parto já ocorreu, por norma, as mulheres não sentem novos efeitos da anestesia.
Em casos raros, no entanto, a mulher continua a sentir a região inferior do corpo dormente e demorará algum tempo a conseguir levantar-se e andar sozinha.
Uma percentagem mínima de mulheres sofreu, também, danos nervosos no local onde o cateter tinha sido inserido.
Estes são alguns dos potenciais efeitos secundários da anestesia epidural. Sentiu algum durante ou depois do seu parto?
Não deixe de nos contar a sua história!

