A hora H, o parto

O parto

Foram nove meses de uma história de encantar. A história da construção do amor que receberá no colo.

A história de como passou, de simples mulher, a mãe. Durante este tempo, conheceu dores e medos.

Desconforto e ansiedade.

Mas, acima de tudo, conheceu o desejo da realização do sonho, a alegria da maternidade e a vontade de que esse bebé que crescia dentro de si viesse ao mundo, para que pudesse senti-lo de uma forma mais física.

Esse momento está prestes a chegar.

A cada dia que passa, aguarda pela hora de pegar na sua mala de maternidade e correr para o hospital.

Provavelmente, neste momento, ainda tem algumas reticências e medos no que respeita ao parto. É natural!

Neste artigo, é sobre este momento que falaremos, para que saiba com o que contar quando chegar a hora H (o parto).

1. Tipos de parto

Como já sabe, nem todos os bebés nascem da mesma forma. Existem dois tipos de parto: o cirúrgico (também conhecido como cesariana) e o vaginal (comummente chamado de parto natural).

Na maioria dos casos, os médicos preferem que a mamã tenha o seu bebé por parto natural, uma vez que este tem um menor número de riscos associados.

Ainda assim, existem situações que tornam impossível a realização do parto vaginal, sendo necessário, portanto, recorrer à cesariana para que a vida da mãe e do feto não seja posta em causa.

A cesariana consiste na remoção do bebé do útero materno, através de um corte cirúrgico realizado na parede abdominal e no útero da gestante.

Neste procedimento é fornecida uma anestesia local e o bebé sairá através da abertura que, posteriormente, será suturada pelo médico.

Tratando-se de um procedimento cirúrgico, a cesariana tem um maior tempo de recuperação do que o parto normal.

2. Os maiores medos da gestante

Quando a temática é o parto, as grávidas costumam apresentar alguma ansiedade. Esta provém do medo do desconhecido e está ancorada em alguns medos muito particulares.

Entre os receios mais comuns das mulheres sobre o trabalho de parto está o medo de não conseguir suportar as dores.

No que diz respeito a esta questão, é inegável que, durante o trabalho de parto, a mulher sinta dor, embora nem todas as mulheres sofram da mesma forma e com a mesma intensidade.

Se a gestante acreditar que a dor será demasiado insuportável, deverá optar por receber a epidural, para garantir que o desconforto do momento é menor.

Aliado a este medo, está o medo de que, perante a pressão, o bebé “rasgue” a região do períneo ou que seja necessária a realização de um corte cirúrgico na mesma região.

Embora seja aparentemente assustador, a verdade é que a maioria das mulheres a quem foi feita a episotomia afirma que esta não foi particularmente dolorosa durante a hora H.

Da mesma forma, eventuais rasgões podem acontecer de forma natural e quase imperceptível.

Outro dos medos das futuras mamãs é a de viverem um parto prematuro.

Se, por um lado, é verdade que se recomenda que a gravidez seja levada até ao fim, por outro também é verdade que um bebé prematuro pode nascer completamente saudável.

Em todo o caso, o risco de parto prematuro será menos provável se a gestante investir no cuidado com a alimentação e o descanso e se mantiver em contacto frequente com o médico, para acompanhar o desenvolvimento do bebé.

3. A mudança do tempo verbal

A hora H chega. Com ela, acaba o medo do parto e começam outras dúvidas e questões. Vai querer saber como cuidar do bebé.

E vai aprender, passo a passo, tudo o que precisa para o fazer.

É uma mudança fantástica, ancorada no tempo verbal. Subitamente já não dirá “vou ser mãe”.

Dirá que o é.

Parabéns!

Como viveu o momento do parto? E quais eram os maiores medos antes de dar à luz? Partilhe connosco a sua experiência pessoal!

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